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[Vídeo] Refink – Gravações do primeiro álbum independente

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O Refink está gravando seu primeiro CD independente e reportando na web todo o processo criativo que envolve a banda, com as gravações feitas no home-studio dos integrantes e os detalhes de cada instrumento utilizado. A banda publica fotos, tweets e vídeos das gravações. O vídeo acima mostra as gravações da Guitarra Solo de Andrews F.G. Demais vídeos podem ser conferidos em http://www.refink.com.br.

Refink – Novo layout

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http://www.refink.com.br

Novo visual com site em formato blog, para cobrir os bastidores das gravações do primeiro álbum independente da banda.

Layout por: Andrews F.G
Plataforma: WordPress

Folha.com – 12 em campo – Treinamento Folha

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http://treinamento.folha.com.br/12emcampo/

Créditos:

Editora de Treinamento

Ana Estela de Sousa Pinto

Editor-assistente de treinamento

Fábio Chiossi

Programação e Webdesign

Andrews Ferreira Guedis e Patricia Soraya Colo Brunialti

Arte

Marcelo Corrêa

Apoio Técnico

Cristina Moreno de Castro, Paulo Haddad, Sandra Fontana e Viviane Vecchi

Fotos

Adriano Vizoni

Folha.com – Reforma Gráfica – 05/2010

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http://www.folha.com

Reestruturação Gráfica de layout e código.
Tecnologias envolvidas: Tableless, CSS,
Data de lançamento: 22/05/2010

Bastidores:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/739063-documentario-revela-bastidores-das-mudancas-na-folha.shtml

Sobre:

Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa, a Folha está desde ontem mais noticiosa e multimídia na internet. Rebatizado de Folha.com, o site ganhou cerca de 30% de área editorial e dobrou o espaço para vídeos, fotos e áudios. O novo desenho e as novas seções foram concebidos para facilitar a navegação. Um quadro, por exemplo, avisa o internauta das notícias mais recentes que ele ainda não leu.
Na página de entrada (www.folha.com.br), as manchetes agora se alternam durante uma visita. Outras novidades que otimizam o tempo de consulta são os quadros “Pelo Brasil” e “Pelo Mundo”, que reúnem aquilo que de mais relevante aconteceu.
Em média, o número de notícias da homepage duplicou, de 200 para 400 links, que são atualizados 24 horas por dia. O site reforçou a sua equipe de blogueiros (Barbara Gancia e Luciana Saddi, por exemplo) e de serviços (grade das emissoras de televisão, resumo de novelas, meteorologia etc.).

O LEITOR PARTICIPA
A Folha.com também tornou mais fácil a participação do leitor. Foi modernizado o sistema de comentários -novas ferramentas de moderação permitem a imediata publicação das observações de usuários cadastrados. Os internautas ganham uma seção fixa para encaminhar suas sugestões -o “Opine Aqui”.
Eventualmente as opiniões serão destacadas na página principal do site. Também para ajudar o leitor, as opções de busca/pesquisa estão concentradas no mesmo local, na página de entrada. Mais duas novidades: agora é possível optar pelo tamanho da letra dos textos e navegar pelo site no iPad, o tablet da Apple.
Uma das prioridades da Folha.com serão as redes sociais. Um editor, o jornalista Marcos Strecker, cuidará de ampliar a presença do site do jornal no Twitter (no perfil @folhaonline e nos 18 canais das editorias), no Facebook (www.facebook.com/folhadesp) e em outras redes – que atualmente atraem quase 90% dos internautas ativos do Brasil.
Segundo o editor-executivo Sérgio Dávila, “a nova fase da ex-Folha Online, agora Folha.com, reflete a fusão orgânica das duas Redações por que acaba de passar o jornal”.
As mudanças reforçam a identidade entre as duas plataformas da Folha – não importa se no papel ou on-line, as reportagens têm os princípios editoriais que deram à Folha a dianteira de circulação entre os diários de prestígio do país. Na internet, a Folha também é líder nacional, com 230 milhões de pageviews por mês.

Veja documentário sobre a Reforma

[Portfolio] Projeto Rain Down ganha novo site

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www.raindown.com.br

[Matéria/ Entrevista] Café de Outubro: Rain Down

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Abaixo uma excelente matéria do Danilo Vasques, um grande jornalista especializado em jornalismo cultural, dono do blog Café de Outubro, que pode ser visitado aqui: http://arteejornalismo.blogspot.com/

O André de seu nome é diferente, com WS no final, como faz questão de crivar em seu site oficial (andrecomws.com). Andrews Ferreira Guedis gosta de música e computadores. Toca guitarra numa banda de rock e é webmaster de profissão: atualmente colabora com a versão on-line de um grande jornal de São Paulo. Morador de Itaquera, um dos bairros mais antigos da capital, tinha uns seis anos quando uma banda inglesa chamada Radiohead (algo como “cabeça de rádio”) lançou seu primeiro disco e passou a figurar em dials mundo afora com uma canção denominada “Creep”.

Há pouco mais de um ano, o grupo fez seu primeiro show no Brasil. Pouco demorou para as cenas caírem na internet. E um certo vídeo com trechos da apresentação em São Paulo (Chácara do Jockey, 22/3/2009) se destacou, sobretudo, por conta de sua edição: registros de “Paranoid Android” realizados por câmeras independentes estavam reunidos em um só arquivo. Era o embrião do Projeto Rain Down, encabeçado por Andrews.

O Projeto virou notícia, apareceu na TV e em jornais, contudo, não se limitou à euforia dos primeiros dias pós-shows. Ao contrário, ocupou meses e está próximo do fim, segundo seu idealizador. Rain Down consiste na organização, faixa a faixa, de um DVD completo com as apresentações da banda no Brasil. O show paulista já está disponível desde o ano passado para downloads e também para ser assistido via web. No blog oficial (radioheadraindown.blogspot.com) há links para tal.

apresentação do Radiohead em São Paulo

Trata-se de um processo colaborativo e sem fins lucrativos (pode-se adquirir o show gratuitamente). Cada música conta com gravações realizadas por diversas pessoas que enviaram seus vídeos diretamente para Andrews ou os disponibilizaram pela internet. Ressalta-se que o trabalho de sincronia é exemplar.

Para o espectador, a sensação é de acompanhar o show em meio ao público com as limitações típicas de um registro cujo foco é o alternativo, de fã pra fã ̶ são câmeras pessoais e celulares que inevitavelmente possuem qualidades aquém de uma profissional, além de ser comum cenas levemente trêmulas, contudo, nada que comprometa o conteúdo. Fato: todo o trabalho é feito com respeitável zelo. Ademais, e sumariamente importante, os créditos estão no blog para quem quiser acessar. Até o encarte para o DVD pode ser baixado e impresso por qualquer visitante. Generoso, o disco do show de São Paulo traz ainda extras com algumas músicas tocadas no Rio.

Atualmente, a empreitada consiste na finalização do DVD com a apresentação carioca. Está quase no fim, como Andrews conta, entre outras coisas, a seguir:

Como está o Projeto Rain Down um ano após o show do Radiohead em São Paulo?

O Projeto Rain Down continua a todo vapor, com a mesma proposta de antes, só que desta vez com o show do Rio de Janeiro, para fechar perfeitamente a apresentação do Radiohead no Brasil. Um DVD do Rio será lançado em breve, com o show na íntegra.

As intenções do projeto antecederam o show ou só surgiram após a apresentação?

Nada foi planejado antes do show. A ideia só existiu quando eu mixei alguns vídeos de “Paranoid Android” achados em comunidades do Orkut e coloquei um vídeo no YouTube. A repercussão e os comentários fizeram com que eu continuasse a editar o show todo.

Há um número oficial de quantas pessoas já baixaram o DVD?

É muito difícil estimar esse número, porque o vídeo foi disponibilizado em diversos formatos, inclusive transmissão completa via YouTube, que passa os 21 mil views neste momento.

É possível mensurar o que mudou em sua vida após o sucesso do Projeto Rain Down?

Mudou sim, mas eu continuo fazendo as mesmas coisas que fazia antes e que, na época, poucas pessoas davam bola. Talvez isso tenha mudado: hoje as mesmas pessoas perguntam da minha banda, dos meus projetos e incentivam ambos. Também cresci profissionalmente, tive alguns contatos interessantes com a mídia e estou aprendendo muita coisa. Fora isso, moro no mesmo lugar e continuo sendo o que sou.

detalhe da capa do DVD com o show de São Paulo

Qual a sensação ao ver o DVD pronto, com encarte e tudo?

A coisa mais doida foi ver pessoas fazendo isso, porque quando eu montei para mim, não tinha uma boa impressora e ficou algo bem caseiro. Mas quando vi pessoas me enviando fotos com o DVD, juro que me senti recompensado e emocionado. Não dá pra descrever a emoção, mas é muito legal ver o carinho que as pessoas tiveram com o projeto.

Em sua visão, seria possível o Projeto Rain Down sem ferramentas de compartilhamento como o Youtube?

Praticamente impossível. Tudo começou no YouTube, foi ele a porta de entrada para o primeiro vídeo e para várias outras colaborações dos fãs. Metade dos vídeos utilizados provém dele, ficaria difícil fazer a edição do show sem ele, já que muitos fãs têm dificuldades para enviar seus vídeos ou não têm tempo para isso.

Quantos colaboraram enviando vídeos para o DVD?

Existiram colaboradores mais ativos, que foram em torno de 20 pessoas, e centenas de pessoas mandando vídeos no YouTube ou indicando vídeos espalhados pela internet. Recebi alguns por cartas e e-mail também. Recebi recentemente colaboração internacional vinda do Peru e da Colômbia, para a edição do show do Rio.

O Radiohead, banda pioneira e entusiasta das trocas on-line, se manifestou sobre o Projeto Rain Down? Vocês tiveram contato a respeito?

Não tive nenhuma resposta vinda de alguém do Radiohead, mas acredito que [o Rain Down] deve ter chegado a eles por causa da repercussão, pela divulgação dos fãs na internet e nos canais de comunicação da própria banda. Se um dia o Radiohead pisar novamente por aqui, seria interessante algum jornalista perguntar se eles conhecem ou não o projeto brasileiro.

Chácara do Jockey (SP), 22 de março de 2009

No blog oficial, você comenta que possivelmente o Projeto Rain Down se encerrará após a finalização do DVD com o show do Rio de Janeiro. É isso mesmo?

Sim, após finalizado e lançado o DVD do Rio, estará pronto e assim registrada a histórica apresentação do Radiohead no Brasil em 2009. Creio que não há mais nada que eu possa fazer relacionado ao projeto. O blog e os downloads continuarão lá, para as pessoas baixarem ou lembrarem do show.

E como anda o Refink? Quais os planos? O Projeto Rain Down impulsionou a carreira?

O Refink vai bem, estamos concentrados em gravar nosso primeiro CD independente, sem apoio financeiro ou patrocínio, e queremos lançá-lo de forma livre pela internet e possivelmente unir vídeos a essas músicas. A ideia é gravar as músicas demos agora e depois entrar em estúdio, fazer todo o CD com a melhor qualidade possível. O projeto Rain Down ajudou bastante a banda virtualmente, mas, fisicamente ainda encontramos muita dificuldade no cenário independente, que não abre as portas para bandas honestas como o Refink, principalmente para questão de shows, então, teremos a dura missão de criar uma brecha nesse cenário, livre de modismo, panelinhas e da exploração. Esperamos conseguir e se não conseguirmos, continuaremos a tocar o nosso som da mesma forma.

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Imagens do show: Daniela Vasques
Capa: Divulgação
Texto por: Danilo Vasques

Fonte: http://arteejornalismo.blogspot.com/2010/03/rain-down.html